sexta-feira, 10 de setembro de 2010

COMO ESTABELECER OBJETIVOS E TRAÇAR AÇÕES EFETIVAS PARA CONCRETIZÁ-LOS

Realização: Fundação Instituto de Enfermagem de Ribeirão Preto – FIERP

Objetivos

Ao estabelecer metas e objetivos que possuem um profundo significado e importância, nos tornamos aptos a enfrentar com maior vigor e disposição os obstáculos que porventura venham surgir durante o trajeto. Ao final do programa, os participantes terão em mãos um Plano de Ação desenhado a partir de suas principais metas (pessoais e/ou profissionais) de curto, médio e longo prazo, e poderão, a partir de então, iniciar na prática as atividades que se dispuseram a realizar de modo a atingir de fato os tão desejados objetivos.

Datas e Horário
30 de outubro de 2010
9 às 19 horas

Informações e Inscrições

Fundação Instituto de Enfermagem de Ribeirão Preto
Av. Bandeirantes, 3900 – Campus da USP
Fone/Fax: (16) 3966-5446 ou Fone: 3602-3444 com Valéria ou Fernando
Ficha de inscrição on-line: www.fierp.org.br; enviar a ficha de inscrição para o e-mail: fierp@eerp.usp.br

Local do Evento:
Hotel Shelton inn: Rua Luiz da Cunha, 404 – Vila Tibério – Rib. Preto-SP.

Inscrições até 15/10/2010


sexta-feira, 3 de setembro de 2010

VENDO MEU VOTO!

As eleições estão chegando e novamente nos vemos na difícil missão de decidir quem serão os responsáveis por governar nosso País, nosso Estado e, principalmente, o rumo de nossas vidas. Claro que essa interferência em nossas vidas não é tão direta assim mas, sem dúvida alguma, sentimos o impacto associado às atitudes dos nossos representantes em nosso cotidiano.

Se são tomadas ações que fortalecem a geração de empregos, nos sentimos mais seguros, oportunidades aparecem, o país cresce. Ao contrário, se as atitudes geram desconfiança e falta de estabilidade, as empresas param de investir e contratar, pensam em demitir e reduzir custos e a insegurança aparece. É desta forma que nossa escolha nas urnas interfere diretamente em nossas vidas.

Quero deixar claro neste momento que estou colocando meu voto à venda, mas já aviso que o preço é alto. Não estou falando em trocar meu voto por uma cesta básica, um emprego ou quem sabe um cargo? Nada disso!

Lembrando que a compra e a venda de votos é crime, conforme estabelecido pelo artigo 299 do Código Eleitoral (Lei 4.737 de 15 de julho de 1.965).

Então estaríamos cometendo um crime ao dizer que queremos vender nosso voto? A resposta é sim, caso a venda seja em troca de um favor ou benefício pessoal, mas eu não estou falando disso.

Estou vendendo meu voto para um candidato que me convença que é honesto e que se empenhará em realizar todas as promessas de campanha, que tenha um plano bem definido para melhorar a qualidade da educação, da saúde e da segurança, que esteja comprometido com seus eleitores e que honre o cargo recebido pelo poder do meu e do seu voto.

É sobre isso que estou falando! E peço que antes de se decidir para quem irá “vender” seu voto, sim, vender, pois com certeza ao depositar nossa confiança em determinado candidato, queremos receber algo em troca de fato, mas algo muito maior e valioso que um simples benefício pessoal. Queremos que ele nos respeite e valorize cada minuto de seu mandato, sempre atuando com o objetivo de concretizar o que foi combinado durante a campanha eleitoral.

Por isso meus amigos, lembrem-se que o candidato que oferece a você algo em troca do seu voto, muito provavelmente fará a mesma coisa depois de eleito, só que agora a seu próprio favor, ou seja, depois de eleito, ele não precisa mais de você e terá que de alguma forma “resgatar” o investimento feito na compra de votos com juros e correção monetária. A vantagem momentânea pode custar muito caro ao longo de 4 anos, quando você se lembrar que o hospital prometido não ficou pronto, a escola não saiu do papel e seu candidato não está nem um pouco preocupado com isso, pois agora é a vez dele vender o seu “voto” a outras pessoas por um valor muito acima do que pagou a você.
Pense bem antes de entregar seu voto de graça, sem saber em quem está votando, ou antes de trocar seu voto por um pacote de bolachas.

Vote com consciência! Pesquise, informe-se, faça valer seus direitos e acompanhe a atuação do seu candidato durante o processo eleitoral e, principalmente, enquanto estiver ocupando o cargo que nós concedemos a eles pelo poder do nosso voto!


Forte abraço!

Alexandro Stephanin
Coach formado pelo Instituto Brasileiro de Coaching com Certificação Internacional pela ECA - European Coaching Association e GCC - Global Coaching Community, Engenheiro de Telecomunicações, com especializações em Gestão de Pessoas e Liderança, Analista Quântico, atua como Consultor nas áreas de Recrutamento, Seleção e Treinamento, Formação de Líderes e desenvolvimento de Equipes de Alto Desempenho e Elaboração de Métodos de Vendas.
www.integralconsultoria.blogspot.com
astephanin@hotmail.com

sábado, 14 de agosto de 2010

Frases para reflexão!

“Tecnologia hoje é commodity. O que faz a diferença são as pessoas. Por isso, as empresas inteligentes têm investido cada vez mais no treinamento e montado seus estoques de conhecimento, o que traz velocidade e renovação constante aos negócios.”
Mário Sergio Cortella Professor de pós-graduação em Educação da PUC-SP

“Toda empresa precisa se tornar uma instituição que aprende. Ela também precisa se tornar uma instituição de ensino”.
Peter Drucker

“As companhias mais admiradas e mais rentáveis compartilham de um denominador comum: pessoas felizes.”
Richard Whiteley

“É preciso que a cultura organizacional valorize os funcionários e os trate como pessoas competentes, sérias e adultas.”
M.D. Silva

“Ninguém consegue sabotar um programa de qualidade mais depressa do que um líder que não se engaja.“
George Kent

“A mensuração é a linguagem com a qual se descrevem as organizações estratégicas”
David Norton - Autor de A Estratégia em Ação

“Quem não mede não gerencia. Quem não gerencia não melhora.”
Joseph Juran

“Medir é importante: o que não é medido não é gerenciado.”
Kaplan e Norton

“Como sabemos, o que se mede se consegue. Mas aquilo que se mede também define a cultura da empresa. Por quê?
Porque descreve o que é valorizado.”
Brian E. Becker; Mark A. Huselid; Dave Ulrich. - Em Gestão estratégica de pessoas com “scorecard”.

“Qualquer coisa que vale a pena fazer vale a pena medir.”
Peter Copezio & Debra Morehouse

“… O que é medido é melhorado.”
William E.Eureka & Nancy Ryan

“Coisas que são medidas são comentadas e coisas que não são medidas não são comentadas.”
Jeffrey Pfeffer

“Os números não mentem jamais.” (Figures never lie) Provérbio Inglês

“As pessoas são admitidas por sua competência técnica, demitidas por sua incompetência interpessoal e promovidas por sua capacidade de liderança.”

“Coloque seus funcionários em primeiro lugar e eles farão o mesmo com os clientes”
Clauss Möller

“As pessoas não são seu “maior ativo” – são seu "único ativo".
Michelle Peluso - Presidente, Travelocity

“Uma companhia não decide como tratar os clientes; só pode decidir como tratar seus funcionários. Eles, por sua vez, decidirão como tratar os clientes.”
Herb Kelleher - Fundador da Southwest Airlines

“O mais valioso entre todos os capitais é aquele investido em seres humanos.”
Alfred Marshall - Economista inglês (1842 – 1924)

“Se puder medir aquilo sobre o que está falando e expressá-lo em números, saberá alguma coisa a respeito … mas, se não conseguir medi-lo, se não puder expressá-lo em números, seu conhecimento é escasso e insatisfatório.”
Lord William Thompson Kelvin

“A longo prazo, a única fonte sustentável de vantagem competitiva é a capacidade da organização de aprender mais rápido e melhor do que seus concorrentes”
Peter M. Sange

“Gerentes e outros profissionais têm necessidades de apoio a fim de aprender mais concretamente a partir de diversas experiências – e isso significa ajudá-los a aprender como aprender.”
Alan Mumford

“As organizações devem funcionar como sistema de aprendizagem …”
Donald A. Dchon

“A qualidade começa pela educação e acaba na educação. Uma empresa que progride em qualidade é uma empresa que aprende a aprender.”
Kaoru Ishikava - 1915 – 1989

Os Ks: “Competentes são aqueles que sabem o que fazem (know what), sabem como fazer (know how) e sabem porque fazem (know why).”
Carlos Neves

“Qual é a finalidade de uma organização? Apoio. Uma organização existe para apoiar as pessoas que servem aos clientes. Fora disso, não há qualquer outro significado, qualquer outra razão.”
Olle Stiwenius (SAS)



“O treinamento fornecido hoje deve ser utilizado hoje.”
Bruce Brocka & Suzanne Brocka


“Toda instituição deve, é claro, ter suas finalidades e preocupações, mas, acima de tudo que possa fazer, deve estar preparada para responder à pergunta formulada pela sociedades: O que a sua instituição está fazendo para proporcionar o crescimento das pessoas que nela trabalham?”
John W.Gardner


“Se você treina suficientemente bem o seu pessoal, pode sair do caminho e deixá-lo fazer o trabalho.”
James Barksdale (Federal Express)


“Você poderia tirar de mim as minhas fábricas, queimar os meus prédios, mas se me der o meu pessoal, eu construirei outra vez todos os meus negócios.”
Henry Ford


“As Pessoas São a Empresa. Não podemos tratar a área como se ela fosse um recurso”
Elcio de Lucca – Presidente de Assuntos Corporativos da América Latina e do Conselho da Serasa

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Saiba diferenciar o coaching das abordagens similares

José Roberto Marques, diretor presidente do Instituto Brasileiro de Coaching, em entrevista ao Portal Administradores, explica a diferença entre coaching e abordagens similares como terapia, consultoria, mentoring e outros.

Toda empresa tem como um dos seus objetivos desenvolver a performance dos seus colaboradores, executivos e líderes. Atualmente, o coaching é uma opção altamente eficiente para desenvolvimento de tais objetivos. No entanto, existem outras opções que, muitas vezes, são confundidas ou misturadas com ele.


Para falar sobre as diferenças entre a metodologia de coaching e as abordagens similares, o Portal Admistradores.com.br entrevistou José Roberto Marques, Master Coach certificado internacionalmente, diretor presidente do Instituto Brasileiro de Coaching e um dos maiores especialistas em coaching do Brasil. Confira:

Quais as abordagens similares ocasionalmente confundidas com coaching?



As abordagens mais confundidas e misturadas com coaching são: counseling, mentoring, terapia, consultoria e treinamento. Realmente, há parentesco entre práticas, em função do objetivo cumprido por elas: desenvolvimento de pessoas, de forma individualizada ou não. Entretanto, cada uma dessas práticas tem suas especificidades.



Qual a diferença entre coaching e terapia?



A terapia trabalha com o cliente que busca alívio de sintomas psicológicos ou físicos. O cliente quer uma cura emocional e o alívio do sofrimento mental. A terapia lida com a saúde mental do cliente. O coaching lida com o crescimento mental do cliente.



A razão para o cliente buscar terapia normalmente é livrar-se de algum sofrimento ou desconforto, mais que avançar rumo a metas desejadas. O coaching não é corretivo, mas gerativo. A terapia tem mais possibilidades de envolver o discernimento e trabalhar com as experiências passadas do que o coaching.



Qual a diferença entre coaching e counseling (aconselhamento)?



No counseling, trabalha-se com clientes que se sentem constrangidos ou insatisfeitos com sua vida. Eles buscam orientação e conselhos. O counselor (conselheiro) trabalha para sanar o problema de um cliente. No coaching oferecemos perguntas e o cliente fornece as respostas.



Qual a diferença entre coaching e mentoring?



Mentoring é quando um colega sênior, considerado mais entendido e possuidor de mais sagacidade e conhecimento em uma determinada área, dá conselhos e atua como modelo. O mentoring envolve discussões amplas, enquanto no coaching o foco é um dos principais elementos. O mentor é um patrocinador, com grande experiência profissional no campo de trabalho de seu cliente que transmite sua experiência ao cliente. Tanto o mentoring quanto o coaching relacionam-se principalmente com diálogo no presente em direção ao futuro.



Qual a diferença entre coaching e consultoria?



O consultor fornece conhecimento especializado e soluciona problemas do negócio, ou desenvolve um negócio de maneira global. O consultor lida com a organização como um todo ou com partes dela, e não com indivíduos dentro dela. Os consultores só afetam os indivíduos de maneira indireta. Outra grande diferença é que um consultor precisa ser especialista na área de atuação. Consultores fornecem respostas ao passo que coaches oferecem perguntas.



Qual a diferença entre coaching e treinamento?



O treinamento é o processo de adquirir habilidades ou conhecimentos por meio de estudo, experiência ou ensino. O treinador, por definição, é o especialista e o treinamento provavelmente se enfocará em habilidades específicas para resultados imediatos. Além disso, o treinamento possivelmente funciona na base de "um para muitos", mais que "um para um". Em um sentido mais amplo, coaching pode ser considerado treinamento, mas novamente a diferença reside no fato de que o coach não oferece respostas, soluções ou conhecimento pronto. O cliente é o especialista e é o cliente quem tem as respostas, e não o coach.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Revista Você S/A publica pesquisa sobre benefícios do processo de Coaching

Uma pesquisa da PricewaterhouseCoopers, encomendada pela Internacional Coaching Federation (ICF), entidade que reúne mais de 14.000 profissionais da área em todo o mundo, mostra que 70% dos entrevistados que passaram por um processo de coaching tiveram melhora de desempenho.

Benefícios do processo de coaching (respostas múltiplas):

•73% – Melhora na capacidade de relacionamento;
•72% – Melhora nas habilidades de comunicação;
•67% – Equilíbrio entre trabalho e vida pessoal;
•62% – Novas oportunidades de carreira;
•61% – Organização pessoal;
•57% – Gestão do tempo;
•51% – Habilidade de trabalhar em equipe;
•27% – Organização financeira.


Fonte: PricewaterhouseCoopers e International Coaching Federation.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Decida como será seu amanhã!

Ou você vive no ritmo da música do Zeca Pagodinho e deixa a vida te levar?
Convido você a entender e comparar a sua vida à “vida” de uma empresa, e refletir se existe algo em comum entre elas.

Seria importante durante a sua vida, avaliar a concorrência (o candidato que senta ao seu lado na prova do vestibular, o rapaz que está de olho na mesma garota que você ou vice-versa, o amigo de trabalho que almeja a mesma promoção que você), elaborar e colocar em ação estratégias de marketing e propaganda, fortalecer relacionamentos, ter um plano estratégico bem definido?

Se sua resposta foi sim para alguma destas perguntas, é possível dizer que neste momento você consiga perceber que se você utilizar as ferramentas estratégicas que as empresas utilizam para obter sucesso, guardadas as devidas proporções, por consequência estará agindo de forma positiva rumo ao seu sucesso.

Voltando um pouco para o fato de ser importante decidir como será seu dia seguinte, a próxima semana, o mês e o ano. Quando uma empresa reúne seus principais líderes para estabelecer seu Planejamento Estratégico, é exatamente isso que ela deseja. Definir “o quê”, o “como” e “quando” as coisas irão acontecer. Trazendo para nosso cotidiano, significa dizer que devemos estabelecer metas ambiciosas e possíveis para nossas vidas, e diariamente elencar as atividades que iremos realizar, no sentido de nos aproximar do objetivo principal.

Na prática significa parar uma vez por ano ou por semestre e estabelecer os grandes objetivos e o Plano de Ação para conquistá-los. E no dia a dia se disciplinar de modo a planejar o seu mês, a sua semana e o seu dia de forma a torná-los muito mais produtivos e motivadores.

Logicamente todo planejamento deve ser flexível para se adaptar às demandas e necessidades não previstas, mas nosso tempo precisa ser investido principalmente nas atividades que irão nos trazer maior retorno, evitando ao máximo se ocupar de atividades urgentes e circunstanciais, que sempre existirão, mas que não devem ocupar mais do que 30% do nosso tempo.

Uma forma muito simples de saber como está investindo seu tempo é começar a utilizar um cronograma semanal de atividades. Nele você deve descrever todas as atividades que realizar e o tempo de duração de cada uma delas. Desde as mais simples como o tempo em que esteve tomando um cafezinho e da conversa com um cliente, até as mais complexas. Depois olhe para o resultado de suas anotações a avalie se está utilizando seu precioso tempo da melhor maneira possível e o que poderia fazer de diferente para torná-lo ainda mais eficiente e produtivo, já que não é possível aumentar o número de horas disponíveis em nosso dia. Todos temos 24 horas por dia!

Depois desta análise, passa a ser importante planejar a sua semana. Sabendo de seus objetivos principais e dos passos que precisam ser dados na direção de se aproximar deles, determine um dia da semana, talvez a sexta-feira, para preencher seu cronograma de atividades da próxima semana. Note que agora iremos projetar o que acontecerá nos próximos dias e não apenas anotar o que efetivamente realizamos. Assuma uma postura crítica para avaliar se seu planejamento está coerente com seu plano macro e se, ao conseguir desempenhar todas as ações planejadas, isto trará realização e satisfação pessoal e de que forma isto afetará as pessoas à sua volta. Lembre-se de planejar suas atividades profissionais, bem como as pessoais! O equilíbrio entre corpo, mente e alma é fundamental para nossa felicidade, e nossas ações devem levar em conta todos os aspectos de nossa Roda da Vida, composta de elementos relacionados ao Pessoal, Profissional, Relacionamentos e Qualidade de Vida.

Pense nisso e mãos à obra!

Forte abraço!

Alexandro Stephanin
Coach formado pelo Instituto Brasileiro de Coaching com Certificação Internacional pela ECA - European Coaching Association e GCC - Global Coaching Community, Engenheiro de Telecomunicações, com especializações em Gestão de Pessoas e Liderança, Analista Quântico, atua como Consultor nas áreas de Recrutamento, Seleção e Treinamento, Formação de Líderes e desenvolvimento de Equipes de Alto Desempenho e Elaboração de Métodos de Vendas.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Você tem conseguido realizar seus SONHOS?

Se você não sabe aonde quer chegar, você provavelmente ficará satisfeito com qualquer lugar!

E é exatamente isso que faz com que uma grande parte da população mundial tenha dificuldades em encontrar motivação para realizar mais coisas e obter melhores resultados em suas vidas! Em todos os sentidos!

Já perguntaram a alguém ou a si próprios, por que se levantam todo dia da cama? Por que deixam o conforto de seus lares para trabalhar, deixando por longas horas o convívio com suas famílias? Por que nas grandes cidades as pessoas passam horas no trânsito todos os dias? Por que fazer essas coisas?

Como imagina que as pessoas que trabalham e convivem com você, (líderes, liderados, pares, familiares) responderiam a estas perguntas? Se você imagina que a resposta seria: “Eu não sei!”, ou por que “A vida é assim mesmo”, talvez esteja na hora de ampliar sua visão!

Como e onde você se imagina estar daqui a 12 meses? E daqui a 5 anos?

Será que é possível estabelecer uma rota, um caminho, e efetivamente atingir estes objetivos de curto, médio e longo prazo?

Com certeza sim! E nosso cérebro funciona melhor quando traduzimos nossas INTENÇÕES em AÇÕES!

Para que possamos conseguir atingir nossos objetivos devemos estabelecer exatamente o que desejamos, qual o prazo para que seja realizado e como iremos realizar.
Para ficar mais claro, vamos usar como exemplo o sonho de comprar um carro novo. É importante definir qual a marca, o modelo, a cor, os opcionais que deseja, o ano de fabricação (0 km ou seminovo), etc. Quanto mais detalhado melhor! O próximo passo é determinar o valor deste carro e a forma de pagamento. Se será à vista, se financiado, em quantas parcelas, qual o valor de parcela que cabe no orçamento, pode ser por meio de um consórcio, se haverá um carro que você já possui na troca e qualquer outra forma possível no momento. Depois o mais importante: elaborar um plano de ação para que seja possível realizar este sonho dentro do prazo, ou quem sabe até antes! Definir o quanto deve ser economizado por mês se necessário, como o dinheiro será guardado, se será necessário economizar em alguma outra coisa, ou se é possível aumentar a renda com outras atividades ou com uma promoção no trabalho (aí já pode ser considerado como outro objetivo e pode ser elaborado um plano para isso também), ou seja, o que será feito de concreto para que, dentro do prazo que você estabeleceu, você consiga de fato realizar este sonho.
Outro fator importante é colocar tudo isso em um papel e colocar este Plano de Ação em um local visível para poder se lembrar sempre de seus sonhos. Leia com frequência e avalie periodicamente o quanto tem evoluído e se as etapas propostas estão sendo cumpridas. Em caso positivo, comemore, vibre mesmo com as pequenas conquistas. Caso tenha enfrentado alguma dificuldade que o tenha afastado de seu objetivo, faça uma autoavaliação, verifique se poderia ter feito algo para evitar que isso acontecesse e volte o foco novamente para a realização. Comece a projetar a imagem e a sensação de já ter realizado este sonho e parta para a ação!

Abraços e Sucesso!

Alexandro Stephanin

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Crise de compromisso

Sonhos não realizados, planos não implementados, projetos inacabados, objetivos não atingidos, metas não alcançadas!

"Onde foi que errei?", esta é a pergunta que o líder abatido faz a si mesmo. "Se isso é o que precisa ser feito, por que as pessoas não fazem?" indaga o líder, entre a frustração e o espanto. "As pessoas têm informações e conhecimentos para produzirem o melhor desempenho. O que as impedem?" mais uma vez indignado, remoendo seus ressentimentos. Diante desses questionamentos, o líder imagina um rol de culpados: a negligência, a preguiça, o desinteresse, a desmotivação. E, nessa busca por culpados, o líder não consegue enxergar as verdadeiras causas.

Todos nós conhecemos uma série de chavões utilizados nos ambientes organizacionais: o cliente é rei (dentro de determinados limites, é claro) o cliente é a razão de ser da nossa empresa (depois da norma e da vontade do chefe) os funcionários formam o nosso maior patrimônio (isso é, se a empresa estiver tendo lucros, caso contrário...). Basta constatar: cerca de 90% dos programas de qualidade não atingem os resultados esperados prega-se a excelência mas o que geralmente se vê é um alto grau de mediocridade nos serviços prestados pelas empresas todos concordam em surpreender o cliente mas o que se verifica é uma legião de clientes assombrados pelo descaso e pela indiferença. Essa série de incoerências explica, como veremos a seguir, as razões de tantas frustrações nos ambientes de trabalho.

Em sã consciência todos querem a qualidade, a excelência, surpreender os clientes, produzir os melhores resultados. Todos os líderes desejam uma equipe de alto desempenho e não se trata de um desejo qualquer: trata-se de uma condição necessária para sobreviver e prosperar no mercado. Mas por que isso não ocorre com freqüência? Afinal, qual é o problema? Resposta: ausência de compromisso! Esta é a palavra: compromisso! Grife, sublinhe e acrescente no seu vocabulário diário.

Exemplos de baixos compromissos são fartos nas empresas: a mercadoria que não foi entregue no prazo pactuado as especificações dos produtos que não foram cumpridas conforme o acordado a produção que não deu conta de atender a demanda as vendas que não preencheram a capacidade produtiva a área de marketing que atrasou com as peças promocionais o setor financeiro que ainda não concluiu o orçamento as reuniões que não começam nos horários previstos as pessoas que não se preparam para as reuniões as metas que não são atingidas os líderes que não envolvem os funcionários nas decisões.

Crise de compromisso! Talvez seja esse o nome da doença que ataca a maior parte das empresas. E é claro que tudo isso se traduz em baixo desempenho e baixos resultados. E pior: na medida em que as verdadeiras causas da crise de compromisso não são identificadas, o líder opta por medidas austeras e pressões de todos os tipos que agravam ainda mais a situação.

O que muitos líderes ignoram é que compromisso não se obtém com técnicas e normas. Não é uma questão de informações, conhecimentos e habilidades. Compromisso é uma questão de atitude! A base do compromisso está nos princípios ou valores humanos. E isso precisa ser aprendido pelas equipes... e principalmente pelos líderes.

Vale lembrar a frase do CEO que tirou a IBM da bancarrota, Lou Gerstner, que dizia "quero dirigir por princípios e não por procedimentos. Isso significa que quando surge uma situação, você não vai a um manual, pois sabe em seu coração e em sua cabeça o que fazer".

Pois bem! São os princípios e valores que garantem o compromisso.

Em primeiro lugar, uma visão e um sentido de propósito. Uma visão clara de como queremos que seja a nossa empresa. Uma compreensão compartilhada de como queremos tratar os nossos clientes. Um propósito pactuado de como deve funcionar o nosso negócio. Este consenso é o primeiro passo para promover o compromisso no ambiente de trabalho. Está aí o primeiro desafio do líder: conquistar a adesão de todos em torno de uma causa, representada pela visão e um sentido de propósito.

Se todos estiverem de acordo com a causa, então surge o segundo princípio: a coragem. Coragem significa superar os obstáculos, romper os limites, ir além. Mas isso só acontecerá de fato se o propósito for envolvente e desafiador. A visão e o propósito funcionam como um ímã, mas é a coragem que impulsiona à ação. O primeiro passo é dado com vontade e determinação quando o coração (que possui o mesmo prefixo da palavra coragem) estiver abraçado à causa. Não existem barreiras quando a causa é nobre e o coração é grande.

O terceiro princípio está ligado à disciplina. Disciplina de manter a chama do propósito acesa, de manter a causa renovada, de não ceder à negligência e à preguiça, de fazer bem feito na primeira vez, de envolver-se para valer com os clientes e seus problemas, de escolher pelo certo, pelo ético e pelo verdadeiro ainda que seja a alternativa mais difícil.

O quarto princípio está relacionado à perseverança. Significa manter-se firme no propósito, não desanimar e nem recuar. Saber que a fé precisa ser renovada diariamente. Reconhecer que os obstáculos existirão e que serão necessários para que as competências sejam ampliadas. Perseverar é não desistir apesar de tudo e de todos.

Observe que grande parte do denominamos de qualidade, excelência e superar expectativas dos clientes não se consegue com normas e regulamentos. Consegue-se com compromisso. E compromisso depende de princípios e valores, assuntos pouco tratados nas organizações. Compromisso é uma questão de integridade! E é difícil obtê-lo quando existem incoerências que partem da própria liderança.

Está aí a dica: comece o seu próximo programa de mudança organizacional elegendo os princípios e valores norteadores das decisões e das ações. Tudo isso vai requerer muita conversação e participação. É o investimento necessário para a conquista do compromisso e este será o maior desafio dos líderes e organizações nos próximos anos.

Roberto Adami Tranjan

segunda-feira, 12 de abril de 2010

A origem natural do sucesso

Tudo começa com uma ideia. É dessa forma que o empreendedor constrói o seu empreendimento: como se fosse uma memória no futuro. Muitas dessas imagens iniciais não passam de miragens. Devaneios soltos, sonhos perdidos. Nada vai acontecer. Todo negócio possui uma taxa de risco e, quando ela supera a grandeza do sonho, está selado o destino do empreendimento: mais um projeto enterrado no amplo cemitério das fadadas a nunca serem amplamente realizadas. Ficam inconclusas.

Existem casos, porém, em que o sonho é tão grande que supera o risco, então realmente assumido. Não significa ausência de receio e daquele friozinho na barriga. Significa que, contra tudo e contra todos, uma nova história será escrita. Mas, mesmo que a coragem seja de bom tamanho, não há nenhuma garantia de sucesso empresarial, algo que depende de outros fatores. A grandeza do sonho é apenas o ponto de partida.

Para o sonho se tornar realidade, é preciso traçar o plano de ação, ou melhor, um plano de negócio capaz de avaliar com uma melhor visibilidade as perspectivas de sucesso. Nele, é preciso identificar o público-alvo, as estratégias comerciais e operacionais, as previsões de receitas e despesas, as estimativas de fluxo de caixa, as necessidades de investimentos.

Em geral, quando se explica a taxa de mortalidade de novos negócios, alinham-se preferencialmente fatores mais gerenciais: problemas com planejamento, organização, controle, gestão. De fato, um empreendimento mal administrado está fadado ao fracasso. Mas não é aí que gostaria de me ater. Existe um outro fator determinante do sucesso do negócio pouco ou sequer mencionado que se relaciona ao seu gene. E a qualidade deste gene, por sua vez, tem tudo a ver com a qualidade e a intensidade do sonho. Por ser um fator abstrato da natureza dos negócios, as estatísticas que determinam a taxa de mortalidade de novos empreendimentos não tratam desse tema. Vamos, juntos, compreender a natureza dos negócios.

Ego-empreendimentos

Os sonhos de sobrevivência surgem, em geral, quando a economia está em baixa e a taxa de desemprego, elevada. Na luta pela sobrevivência e na ausência de alternativas de trabalho, o que resta é a tentativa de empreender. E vale qualquer coisa, desde que gere uma renda mínima para financiar as despesas domésticas. Essa é uma das razões dos ego-empreendimentos, mas existem outras.

É o caso do empreendedor que deseja ser dono do seu nariz, sem prestar contas para ninguém. Pensa em algum negócio que possa se transformar no seu sonho de liberdade. Quer livrar-se das amarras do trabalho assalariado, com horários e rendimentos definidos. Sonha com mais tempo livre e mais dinheiro no bolso. Uma vida feliz, financiada pelo negócio próprio.

Empreendimentos com essas origens são quase sempre frágeis e vulneráveis. Trata-se muito mais da baixa intensidade do sonho do que dos aspectos gerenciais utilizados comumente como exemplos. Note que, embora as razões e os motivos sejam diferentes, empreendimentos calcados na falta de emprego e no anseio pela liberdade individual estão voltados para os interesses do próprio empreendedor. Por isso, são aqui denominados ego-empreendimentos.

Quase sempre, esses negócios entram no mercado acotovelando-se com tantos outros similares. Para o ego-empreendedor, não existe espaço para todos, nem diferença entre os produtos e serviços oferecidos pelos concorrentes. Por isso, o ego-empreendedor enxerga o mercado como um lugar de disputa, de competição acirrada, onde só sobrevive o mais astuto, ligeiro, esperto. Mercado não é lugar para brincadeira e negócios existem para ganhar dinheiro. Exclusivamente. As conversas do dia-a-dia estão relacionadas com custos ou despesas, fluxo de caixa, concorrente, faturamento, inadimplência, produtividade, objetivos e metas etc.

Lucro, para o ego-empreendedor, é resultado da equação receitas menos despesas e será tanto maior quanto maiores forem os esforços para maximizar essa equação. Essas são as características do modelo mental do ego-empreendedor.

Alter-empreendimentos

O alter-empreendedor é um observador do mercado. E também um grande curioso. Percebe que existem necessidades não supridas pelas empresas existentes. As ofertas, na forma de produtos e serviços, não conseguem resolver os problemas dos clientes, ou não oferecem um elevado nível de satisfação. É aí que o alter-empreendedor se inspira e se motiva. Tem um desejo de atender, satisfazer, surpreender. Gosta de criar e acha-se capaz de fazer algo diferente. Por isso, não teme a concorrência. Para ele, a imaginação é o grande diferencial competitivo. Acredita que sempre existe mercado para uma boa idéia.

Diferentemente do ego-empreendedor, o alter-empreendedor está voltado para o cliente. A pergunta-chave não é "o que eu quero produzir" ou "o que eu quero fazer", mas "quem é o cliente que eu gostaria de satisfazer". O alter-empreendedor pensa mais nas necessidades do cliente do que nos atributos dos produtos. Por isso, reconhece o cliente como o centro do sistema de negócio e sabe que os produtos e serviços são alternativas para atendê-lo e mantê-lo fiel.

As conversas do dia-a-dia nesse tipo de empreendimento estão voltadas a atendimento, fidelização, relacionamento, superação de expectativas, encantamentos, excelência, criatividade, propósitos, valores etc.

Lucro, para o alter-empreendedor, é o dinheiro que está no bolso do cliente e que este vai liberar até com velada gratidão caso suas necessidades sejam atendidas e satisfeitas. Essas são as características do modelo mental do alter-empreendedor.

Holo-empreendimentos

Holo é uma palavra grega que significa inteiro, completo, totalidade. Por isso, o holo-empreendedor possui uma visão mais sistêmica de mercados, de negócios e resultados. Vê o mundo como um grande empreendimento, mas ainda inacabado e com muitas imperfeições. Sente-se responsável e quer colaborar na construção dessa obra maior. Para ele, um negócio só tem razão de existir se fizer parte dessa grande obra e contribuir para a evolução da sociedade como um todo.

Para o holo-empreendedor, a pergunta-chave não é "o que eu ganho com isso" ou "o que o outro ganha com isso", mas "como eu posso contribuir para um mundo melhor". Não vê a empresa como uma propriedade, mas como um meio através do qual conseguirá fazer bom uso dos seus melhores talentos. Sente-se capaz de auto-realização e sabe que seus colaboradores também têm direito a esse objetivo, ou seja, da busca de realização.

As conversas do dia-a-dia estão relacionadas com solidariedade, responsabilidade social, cidadania, respeito ao meio-ambiente, às pessoas e à vida.

Lucro, para o holo-empreendedor, faz parte de um fluxo que gera benefícios a todos, por onde quer que passe.

Tela mental

Comecei dizendo que um novo empreendimento parte de uma idéia. É sempre assim, mas vimos que essas idéias produzem empreendimentos de diferentes naturezas.

Embora a realidade esteja aí ao alcance de todos, ao examiná-la cada um constrói a sua própria imagem dela. E isso se dá por dois motivos: primeiro, pela capacidade que cada um possui de enxergar o que está diante de seus olhos. Não vemos tudo com certeza, muitas coisas nos passam despercebidas. E talvez nessas coisas que nos passam despercebidas residam as melhores oportunidades.

Mas essa é uma parte da questão. A outra é que cada um de nós processa de maneira diferente aquilo que vê. As imagens que construímos decorrem das nossas percepções. Nossas percepções, por sua vez, resultam daquilo que valorizamos e em que acreditamos. Em suma: criar ego, alter ou holo empreendimentos depende das intenções, das crenças, dos valores e do estágio de consciência do empreendedor. Este, sim, é o fator realmente determinante do sucesso!

Roberto Adami Tranjan

Objetivo de Vida

Objetivo de Vida
Por Rick Warren

Muitas pessoas estabelecem metas, mas poucas chegam a estabelecer um
objetivo de vida. Metas estão relacionadas com áreas específicas da vida:
carreira, finanças, família, aposentadoria e outros aspectos importantes.
Objetivo de vida, porém, estabelece direção para a vida inteira. Seu
objetivo de vida é o que determina o panorama maior, a abordagem geral que
você adota em sua vida. Há quatro tremendos benefícios em considerar e
colocar por escrito um objetivo de vida:

Reduz frustração simplificando a tomada de decisão. Todos os dias encaramos
uma variedade de escolhas e, geralmente, bastante complexas. Ter um objetivo
de vida nos dá parâmetro para avaliar qual alternativa é a melhor.

Aumenta motivação. Um objetivo de vida correto servirá de inspiração para
que nos levantemos pela manhã e persistamos mesmo quando quisermos desistir.

Permite concentração. Sucesso é, em Grande parte, resultado da concentração
em uma coisa e fazê-la bem. Certo apresentador de notícias da TV exibia uma
placa em sua escrivaninha com a pergunta: "O que estou fazendo agora vai
beneficiar este programa?" Objetivo de vida nos ajuda a manter o foco em
nosso tempo, energia e recursos.

Atrai cooperação. É notório que quando decidimos onde queremos chegar na
vida, outras pessoas passarão a acompanhar-nos. As pessoas seguem aqueles
que descobriram claramente quem são e o que desejam realizar.

Encontre tempo durante esta semana para ficar sozinho em um lugar sossegado
e pensar sobre seu objetivo de vida. Sugiro os seguintes passos:

Identifique seus dons e talentos. Pergunte: "Em que eu sou bom?" e, "O que
eu realmente gosto de fazer porque o faço bem?" Quando Deus planejou criá-lo
dotou o seu DNA - sua estrutura e predisposição genética - de
características e habilidades específicas. A combinação destes traços faz de
você uma pessoa única. Deus quer que você faça aquilo para o qual Ele já o
dotou.

Reveja suas experiências. Pergunte: "O que tenho aprendido?" As maiores
lições surgem de nossos sofrimentos e dores. Isso precisa ser computado em
seu objetivo de vida.

Decida o que é realmente importante. O urgente nem sempre é o mais
importante. William James, um dos pioneiros da psicologia, disse certa vez:
"O melhor uso para sua vida é investi-la em algo que permanecerá depois
dela". Sendo assim, pergunte a is mesmo: "O que será que vai durar por mais
tempo?"

A Bíblia oferece este sábio conselho: "Acima de tudo, guarde o seu coração,
pois dele depende toda a sua vida...Olhe sempre para a frente, mantenha o
olhar fixo no que está adiante de você. Veja bem por onde anda, e seus passos serão seguros" (Provérbios 4.23,25,26)

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Coaching? O que é isso?

Pode parecer algo complexo e de difícil acesso, ou restrito a executivos. A verdade é que o Coaching vem ganhando espaço e relevância no mundo corporativo bem como fora deste ambiente.
Isso por que é possível durante um processo de Coaching, atuar com relação a temas profissionais e pessoais, em diversas áreas de nossas vidas, como Relacionamentos, Equilíbrio Emocional, Recursos Financeiros, Desenvolvimento Intelectual entre outros.
O processo de Coaching consiste em identificar qual é seu Estado Atual, ou seja, qual é a sua situação neste momento, e projetar um Estado Futuro Desejado, de acordo com seus objetivos, crenças e valores.
É possível que neste momento você sinta que já está exatamente aonde deseja, já conquistou tudo o que desejava e não há nada mais o que buscar! Mas tenha certeza de que você pode ser ainda melhor do que já é hoje!
Que tal explorar todo seu potencial com o apoio de um Coach, e buscar a realização dos sonhos que estão em sua mente, mas ainda não foram trazidos para o campo da AÇÂO?

Abraços,

Alexandro Stephanin
Coach Profissional formado pelo Instituto Brasileiro de Coaching com Certificação Internacional pela ECA - European Coaching Association e GCC - Global Coaching Community.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Abençoados conflitos

"Na minha empresa reina a paz e a harmonia!". Ouvi essa frase muitas vezes, quase sempre proferida com orgulho. Por vezes, acertava meu prognóstico. Junto à paz e harmonia, lá estavam a letargia, a ausência de iniciativa e idéias, a anomia. Em síntese, uma empresa calma, tão calma como calmos são os campos onde pastam mansamente as ovelhas.

Ora! Mercados não são ambientes calmos. Ao contrário, são agitados, inconstantes, irregulares, erráticos. Qualquer tentativa de construir uma empresa regular e estável está em dissonância com as pressões e turbulências de seu próprio meio ambiente. Mercados exigem movimentos! Isso inclui mudanças e mudanças promovem conflitos.

Mas não torça ainda o nariz. Conflitos não são assim tão ruins. Há gente, porém, que dá um boi para não entrar numa briga, e uma boiada para continuar de fora. Adota comportamentos passivos e pacíficos, assim como quem quer demonstrar boa educação. Não raro, sua imagem é de serenidade e prudência. Nada mais distante da realidade! Passividade não evita conflitos, só faz postergá-los. É preciso, isso sim, admitir que os conflitos existem, compreender sua natureza e como funcionam.

À frente de cavalos selvagens

Primeiramente, é bom desmistificar o componente negativo da palavra conflito. Conflitos fazem parte do trabalho. Mais ainda: equipes de alto desempenho são geradoras de conflitos. E isso acontece porque equipes de alto desempenho são compostas por pessoas comprometidas. Pessoas comprometidas querem fazer valer seus pontos de vista. Não aderem com facilidade, não se omitem, não entregam os pontos. Lutam por suas idéias e convicções e estão dispostas a ceder somente quando convencidas por meio de argumentos irrefutáveis. Nesse ambiente, não reina a paz e a harmonia, mas os melhores desempenhos e resultados. E muita energia!

Uma liderança autoritária, por outro lado, concede pouco espaço à participação. Nessas circunstâncias, as pessoas estão pouco dispostas a defender seus pontos de vista e expor suas idéias. O acordo tácito recomenda que o melhor é fazer o que precisa ser feito e resguardar os sentimentos e idéias. Assim, sair totalmente de cena o melhor de cada um. Baixo risco de conflitos, ínfimas chances de resultados.

Aí está a primeira escolha do líder: conduzir cavalos selvagens ou açoitar cavalos mortos. Conduzir cavalos selvagens é tarefa exaustiva, mas jamais aborrecida.

Diferença fundamental

Certamente você já participou daquelas reuniões em que alguém defende determinado ponto de vista em contraposição a outro que discorda veementemente. Quando um diz A, o outro diz B. E não há o que faça com que mude de idéia, cada um em sua posição irredutível. Costuma acontecer, também, que ao longo do evento, as criaturas opostas troquem de posição. Quem defendia o ponto de vista A, agora argumenta a favor de B e aquele que defendia o ponto de vista B, se esvai nos argumentos a favor de A. Não se trata, pois, de conflitos de idéias. Trata-se de confronto entre pessoas. Claramente, ambas não estão dispostas a facilitar a vida uma da outra. E aí há que entender a diferença entre conflito e confronto.

No conflito, as pessoas estão dispostas a defender seus pontos de vista, mas sempre com a intenção de preservar a continuidade da relação. As divergências ocorrem no plano das idéias, das opiniões, das percepções. No confronto existe sempre o componente hostil, em que as pessoas se opõem no plano pessoal. Idéias, opiniões e percepções são secundárias. Aliás, no confronto as partes não estão interessadas em escutar os argumentos alheios. As emoções falam mais alto e, quando prevalecem, o bom senso e a inteligência de pouco valem.

É preciso reconhecer que os confrontos são provenientes de conflitos mal administrados e da ausência de comportamentos assertivos.

Maturidade e respeito

Atitudes passivas ou pacíficas são adotadas por pessoas que evitam os comportamentos agressivos. Preferem a política da boa vizinhança. Temem o conflito. Dourar a pílula é mais prudente do que enfrentar pressões contrárias. No fundo, elas desejam agradar e temem desagradar. Acreditam ser esse o comportamento mais adequado. Estão equivocadas.

É certo que comportamentos agressivos são negativos. O tipo "bateu, levou", que não leva desaforos para casa, é um criador de casos. Fomenta o confronto e a hostilidade. E torna a vida na empresa (ou em qualquer outro ambiente) um verdadeiro barril de pólvora. Para ele, toda divergência é motivo de disputa. Ao final, tudo acaba com vencedores e perdedores. E como quem adota comportamentos agressivos não é dado a perder, os conflitos tendem, inexoravelmente, a se transformar em confrontos. Pessoas assim não conseguem enxergar uma situação de conflito como uma oportunidade de aprendizado e consenso.

Muitas vezes, o comportamento agressivo é resulta de uma atitude constantemente passiva, e que depois de certo tempo explode, como "a gota d'água no copo transbordante". Então, nem lá e nem cá. Nem a falsa prudência dos comportamentos passivos, nem a parca paciência dos comportamentos agressivos.

É papel do líder, como administrador de conflitos, estimular comportamentos assertivos. Este sim é o comportamento adequado. Às vezes a autenticidade e a franqueza são confundidas com agressividade, por aqueles que adotam o comportamento passivo. Mas não é o caso. Está certo que assertividade implica ser verdadeiro, mas sempre em estreita harmonia com o respeito. Comportamentos assertivos estão alicerçados na seguinte filosofia: "isto é o que penso, isto é o que sinto, isto é como eu vejo as coisas e isto é o que eu considero que se deve fazer, mas estou disposto a reconhecer o que você pensa, o que você sente e o que você considera que precisa ser feito".

Esta forma de viver traduz maturidade e profundo respeito por nós mesmos e pelos outros. Impede que conflitos se transformem em confrontos, pois a disputa é substituída por um problema comum a ser resolvido por ambas as partes.

A sábia (e imprescindível) prática do consenso

O consenso é a melhor prática para impedir que os conflitos se transformem em confrontos. Isso implica algumas regras de conduta que vale a pena discutir com a sua equipe:

* É importante defender a idéia ou posição com base em argumentos lógicos e de maneira clara, sempre considerando a posição dos outros. De nada adianta ser redundante na argumentação se os demais não compraram a idéia.
* Consenso é uma negociação, com vistas a um resultado positivo para todos, de maneira a gerar uma sensação geral de vitória. É preciso tirar da cabeça que sempre há ganhadores e perdedores.
* Mudar de opinião apenas para evitar o conflito é adotar o comportamento passivo e este não é o comportamento adequado. É preciso resistir às pressões para ceder, mas também é saudável mudar de posição quando os argumentos contrários são convincentes.
* Técnicas de decisão por maioria de votos, média de opiniões, barganha, cara ou coroa nada têm a ver com consenso. E consenso também nada tem a ver com unanimidade. Peter Drucker dizia que: "se todos estão de acordo, comece a discussão". Por isso, é preciso desconfiar da concordância imediata.
* Consenso implica discussão de bom nível, em que todos oferecem seus conhecimentos, experiências, informações, percepções em prol da melhor decisão. As divergências são consideradas naturais, positivas e úteis.

Conflitos são bons! Necessários! Saudáveis! É preciso fugir do pensamento derrotista e negativo diante dos impasses e das divergências. Passe a olhá-los de maneira positiva. Assim, você estará conseguindo as melhores decisões e estas levarão aos melhores resultados. E isso não é tudo: você estará construindo uma equipe de alto desempenho, capaz de enfrentar desafios cada vez maiores.

Abençoados conflitos!

Roberto Adami Tranjan